Fórum Alternativo Mundial da Água terá apoio do governo de Brasília

Grupo formado por cerca de 50 entidades foi recebido pelo governador Rodrigo Rollemberg na noite desta sexta-feira (9), no Palácio do Buriti.

Representantes de entidades integrantes do Fórum Alternativo Mundial da Água estiveram no Palácio do Buriti, na noite desta sexta-feira (9), para discutir aspectos da programação prevista para 2018.O governador Rodrigo Rollemberg recebeu na noite desta sexta-feira (9), representantes de entidades integrantes do Fórum Alternativo Mundial da Água. Foto: Renato Araújo/Agência Brasília

O grupo pediu apoio do governador Rodrigo Rollemberg ao evento paralelo ao 8º Fórum Mundial da Água, que será sediado em Brasília de 18 a 23 de março do próximo ano. “Temos todo interesse em garantir que essa temática seja abordada de forma diversa e em todos os setores da sociedade”, disse o chefe do Executivo.

A previsão é que a programação alternativa do fórum aconteça de 17 a 19 de março de 2018, com o tema Água é direito, não mercadoria.

À frente da organização do encontro paralelo, o ambientalista Pedro Ivo Batista, representante da ONG Associação Alternativa Terrazul, explicou que o objetivo do grupo é dialogar com o evento oficial, mas sob outra perspectiva.
"Temos todo interesse em garantir que essa temática seja abordada de forma diversa e em todos os setores da sociedade"Rodrigo Rollemberg, governador de Brasília

O local para sediar o fórum alternativo ainda não está definido. “Queremos debater a temática em uma abordagem da água como direito fundamental e para todos, fora da esfera privada”, reforçou Batista.

O diretor-presidente da Agência Reguladora de Águas, Energia e Saneamento (Adasa), Paulo Salles, destacou o tema do evento de 2018 – Compartilhando Água – como fundamental para pensar a integração entre as duas iniciativas.

“Nosso objetivo é estimular uma cultura de paz em relação ao uso da água. A ideia é compartilhar não só os recursos hídricos, mas também as responsabilidades”, definiu.

Serão criados dois grupos de trabalho, um do governo de Brasília e outro da entidade, para articular as expetativas entre os eventos.

Formado por cerca de 50 entidades, o fórum alternativo reúne sindicatos, movimentos populares, ambientalistas, universidades e igrejas. O comitê do movimento, lançado nesta semana, foi apresentado em Brasília nesta sexta-feira (9), em evento na Universidade de Brasília (UnB).

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