Justiça nega recurso de distritais acusados de corrupção passiva

Em sessão realizada nesta terça-feira, 4/7, o Conselho Especial do Tribunal de Justiça do Distrito Federal e Territórios, por unanimidade, negou provimento ao recurso apresentado pelos réus, Celina Leão e Christianno Araújo, contra pedidos realizados por suas defesas que foram negados pelo relator.

Os deputados, que foram investigados na operação “Dracon”, e conseqüentemente denunciados pelo Ministério Público do Distrito federal e Territórios pela suposta pratica de crime de corrupção passiva, alegaram que a decisão do relator teria sido omissa quanto a uma tese elaborada pela defesa, que se insurgiu contra o desmembramento do processo, bem como quanto ao pedido da defesa para que os elementos de informação contidos na denúncia somente sirvam como prova, após os réus exercerem o contraditório e ampla defesa contra os mesmos.

Os desembargadores entenderam que a referida decisão não continha nenhuma omissão ou obscuridade que pudesse gerar sua revisão, e daí negaram provimento ao recurso.

Improbidade administrativa

Na última quinta (29), os cinco parlamentares que já eram réus desde março – Celina Leão (PPS), Raimundo Ribeiro (PPS), Julio Cesar (PRB), Bispo Renato Andrade (PR) e Cristiano Araújo (PSD) – foram denunciados pelo MPDFT por improbidade administrativa.

A denúncia acusa os deputados de causarem dano moral ao Distrito Federal e à população, de violarem deveres de honestidade, imparcialidade e legalidade, e praticarem atos proibidos em lei.
Com informações do TJDFT

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