Brasileiros aprovam aparelhos com mais opções para alertar emergências.
 
Mesmo em meio a diversos produtos tecnológicos a nosso fácil alcance, como wearables e smartphones, alguns deles podem não nos auxiliar em situações de emergência. Até existem dispositivos que contam com ferramentas de socorro, mas estas são, no mínimo, difíceis de ativar.

Porém, os brasileiros gostariam realmente de usar aparelhos, como de Internet das Coisas e wearables, para poder sair de situações de risco.

Segundo uma pesquisa realizada pela empresa global de tecnologia da informação Unisys, dos mais de mil brasileiros que participaram do estudo, 92% são favoráveis à implementação de um botão de alerta em celulares e relógios inteligentes que envie sua localização à polícia em caso de emergência.

Outra situação em que os pesquisados gostariam de ser ajudados pela tecnologia é nos aeroportos. Entre os perguntados, 88% dos consumidores brasileiros gostariam de usar sensores para localizar bagagens. Esse número é 14% maior do que a média mundial.

Confia aqui, desconfia acolá

Apesar do alto índice de interesse nos dispositivos conectados para situações específicas, em especial as que não envolvem dinheiro, há certa desconfiança com aplicações e tecnologias que utilizam seus dados financeiros e suas informações privadas.

Ainda segundo a pesquisa Unisys Security Index 2017, em todo o mundo, 46% dos pesquisados desaprovam a adoção de aplicativos que realizam pagamentos em smartwatches. Em contrapartida, os brasileiros foram menos radicais, sendo que apenas 28% da população não usariam esses métodos financeiros.

No quesito compartilhamento de informações, mundialmente, 53% das pessoas desaprovam a ideia de entregar dados sobre saúde obtidos por wearables, para seguradoras de planos de saúde. No Brasil, o resultado é diferente, já que 50% da população apoiam o uso de dispositivos fitness para enviar suas medições às prestadoras.

E você compartilharia suas informações obtidas através de dispositivos inteligentes, para ter comodidade em algumas áreas da vida ou ajudar em situações de emergência? Compartilhe sua escolha na seção de comentários!

Por: TecMundo

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