Em apoio ao Dia Mundial do Câncer, Buriti adota o azul e laranja

Até domingo (11), sede do governo local ficará iluminada nas duas cores, em sinal de alerta sobre os cuidados com uma das doenças que mais matam brasileiros.

O Palácio do Buriti aderiu, nesta terça-feira (6), à campanha em apoio ao Dia Mundial do Câncer – instituída em 4 de fevereiro de 2005. Até domingo (11), a sede do governo local ficará iluminada nas cores azul e laranja, para alertar quanto aos cuidados com a doença.Palácio do Buriti fica iluminado em cores especiais até domingo (6) em apoio ao Dia Mundial do Câncer. Foto: Nilson Carvalho/Agência Brasília

A data foi criada pela União Internacional para o Controle do Câncer — organização mundial não governamental — de modo a estimular a população a adotar atitudes de prevenção da doença, para diagnóstico precoce e tratamento eficaz.

A campanha deste ano encerra o triênio 2016-2018, que tem como slogan: Nós podemos. Eu posso. O objetivo é mostrar como todas as pessoas do mundo, em grupo ou individualmente, podem agir de diferentes maneiras para reduzir o impacto do câncer no planeta.
Inca estima 600 mil casos para 2018

O Instituto Nacional de Câncer José Alencar Gomes da Silva (Inca), do Ministério da Saúde, divulgou, no início do mês, a estimativa de novos casos da doença no Brasil para 2018. De acordo com a publicação, são esperadas 600 mil notificações.

Os tipos mais frequentes de tumor projetados, conforme a pesquisa, são os de próstata (68.220), nos homens, e da mama (59.700), em mulheres. Completam a lista das dez formas mais incidentes:
cólon e reto (intestino – 36.360)
pulmão (31.270)
estômago (21.290)
colo do útero (16.370)
cavidade oral (14.700)
sistema nervoso central (11.320)
leucemias (10.800)
esôfago (10.970)

Diante do quadro apresentado, a campanha do Dia Mundial do Câncer visa estimular a população brasileira a adotar hábitos saudáveis e, assim, diminuir o índice da doença.

O planejamento estratégico do governo de Brasília prevê a construção do Hospital do Câncer do DF, que ajudará a absorver a demanda por tratamento da enfermidade. Os recursos virão de emendas parlamentares, com contrapartida do orçamento local.

A rede pública de saúde do DF conta com dois aparelhos de radioterapia no Hospital de Base. A previsão é que nos próximos anos esse número suba para oito, o que permitirá atender uma população de 4 milhões de habitantes.

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