Fórum de Reprodução Assistida em Brasília

Fórum de Reprodução Assistida vai discutir novas configurações familiares, no próximo dia 13 de abril, em Brasília 

Novos modelos de família, as técnicas de reprodução assistida indicadas para cada caso e os direitos legais da família contemporânea.

O fórum será aberto ao público e direcionado aos profissionais e estudantes da área de medicina, enfermagem, psicologia e direito, comunidade LGBT e a população geral do Distrito Federal.

As inscrições são gratuitas dentro do limite das vagas e devem ser feitas antecipadamente pelo telefone (61) 3245-3681.

Produção independente (monoparentalidade programada), uniões homoafetivas, maternidade depois dos 40 são resultado de transformações, conquistas e avanços socioculturais. A medicina reprodutiva tem um papel fundamental para os novos modelos de família. No próximo dia 13 de abril, a capital federal vai sediar o Fórum Reprodução Assistida e Novas Configurações Familiares, que acontece como parte da programação do 11° Simpósio de Reprodução Humana de Brasília, promovido pela Sociedade Brasileira de Reprodução Humana (SBRH) e a Associação de Ginecologia e Obstetrícia de Brasília (SGOB). O fórum acontece, das 10 às 12h, na Associação Médica de Brasília (AMBr). “Os avanços da ciência reprodutiva trouxeram inúmeras possibilidades para que as famílias contemporâneas possam exercer seu direito de procriar”, afirma o médico Vinicius Medina Lopes, especialista em reprodução assistida e um dos coordenadores do Fórum.

O fórum será aberto ao público e direcionado aos profissionais e estudantes da área de medicina, enfermagem, psicologia e direito, comunidade LGBT e a população geral do Distrito Federal. As inscrições são gratuitas dentro do limite das vagas e devem ser feitas antecipadamente pelo telefone (61) 3245-3681.

Na atual sociedade, a família tradicional nuclear patriarcal deixou de ser o único modelo possível e também não é mais o modelo predominante. No Distrito Federal, considerando-se apenas as famílias com filhos, de acordo com levantamento do IBGE, 31,6% dos arranjos familiares são compostos por mulheres sem cônjuge e com filhos. Esse índice está acima da média nacional e significa que uma a cada três famílias é constituída por mães-solo na capital federal.

Na ocasião, o médico Vinicius Medina Lopes, apresentará as técnicas de reprodução aplicadas a cada caso. O médico é diretor científico da SBRH e vice-presidente da Associação de Ginecologia e Obstetrícia de Brasília (SGOB). Na sequência, a advogada Cíntia Cecilio, presidente da comissão de diversidade sexual e de gênero da OAB/DF, apresentará os direitos e dará dicas referentes à parte legal dos processos reprodutivos.

O psicólogo Flávio Lobo Guimarães, do comitê nacional de psicologia da Sociedade Brasileira de Reprodução Humana (SBRH), falará sobre as novas formações familiares, como pais ou mães solteiras, casais homoafetivos e casais em que a mulher na menopausa utiliza óvulos doados.

O fórum será encerrado com um debate sobre os assuntos apresentados e o plenário poderá tirar suas dúvidas.

Carol Campos
Assessoria de Imprensa
(61) 98239-2806
(71) 98718 - 8587 (Whatsapp)

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