COLUNA MODA/BELEZA | Looks para trabalhar no inverno

A escolha do que vestir para trabalhar é difícil em qualquer época do ano, mas, no inverno, é especialmente complicado por conta do medo de errar e deixar o look exagerado demais.

Então quais os melhores looks para trabalhar no inverno?

Quando as temperaturas caem, é difícil se concentrar em muito mais do que apenas ficar quente.

Então, se você costuma usar a mesma calça e suéter com muita frequência, não se preocupe, pois estamos aqui para ajudá-la.

Com algumas dicas básicas e inspiradoras, poder vestir-se no frio nunca foi tão fácil.

Você pode misturar e combinar tendências de uma forma que pareça correta mesmo quando está frio.

Abaixo, você encontrará combinações de roupas fáceis de pegar no guarda-roupa na segunda-feira de manhã.

Reúna o que mais lhe agradar, as ideias favoritas, adeque ao seu estilo – ou se quiser muda-lo também, sem problemas – e prepare-se para arrasar no quesito elegância em seu ambiente de trabalho.

1 – Estilo emprestado dos meninos


Não é hoje que as mulheres adotam peças ditas masculinas e adaptam ao look mais moderno.

Estilizar um blazer e calça inspirados na moda masculina com um par de elegantes tênis, te darão um contraste perfeito com o lado feminino.

2 – Renovar a saia lápis

Aquela básica e clássica saia lápis preta que tem no seu guarda-roupa é linda, mas que tal substituí-la por uma saia nesse estilo, porém mais alongada?

Troque sua saia lápis por uma versão maxi e combine a peça com uma blusa de mangas longas, juntamente com uma bota de cano longo ou um sapato de salto.





3 – Reinvente a gola alta




Uma blusa de gola alta com tecido refinado por baixo de um terninho clássico, te manterão aquecida dentro e fora do escritório.
O uso com um jeans de lavagem mais clara e scarpins deixam o look mais elegante.











4 – Sempre buscando pelo básico


Um vestido de gola alta com usado com botas de camurça até o joelho ou sapatos de salto é um visual sem falhas que deixará qualquer mulher aquecida e bonita na medida certa para o ambiente de trabalho.



5 – Busque elementos de outras estações


Vestidos longos no inverno fogem das peças óbvias.

E se o vestido flor florido, combinado com um casaco, meia-calça e sapatos de salto, o erro de não estar bem vestida é quase nulo.

Pilates Clínico: qual sua eficácia no tratamento de doenças

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Já ouviu falar em Pilates Clínico? Esse método, criado a partir do Pilates tradicional, foi desenvolvido por fisioterapeutas como um tratamento alternativo para prevenção e reabilitação de pacientes com problemas posturais, além de outras patologias.

A diferença para o pilates fitness é que o clínico é aplicado apenas por fisioterapeutas e pode ser praticado por qualquer pessoa, inclusive, por gestantes ou pacientes que sofrem com lesões na coluna e que não podem realizar certos exercícios do método convencional.

Segundo a fisioterapeuta da Clínica Fisio e Forma, Mônica Cumagai, a técnica não possui um repertório de exercícios, sendo totalmente ajustada a patologia de base da pessoa. “Se o paciente possui labirintite, por exemplo, adaptamos os exercícios para que não haja desconforto e para que ele consiga praticar a aula”, afirma.

Baseada nos seis princípios do pilates (respiração, centro, controle, concentração, precisão e fluidez), a técnica promove os mesmos benefícios que o método tradicional como a melhora da postura, tonificação da musculatura, diminuição da ansiedade, melhora do equilíbrio, concentração e circulação sanguínea, com diferença de um olhar clínico do fisioterapeuta, que vai criar um plano de exercícios personalizado, levando em conta vários fatores relacionados ao paciente. Julliane Rebecca, também fisioterapeuta da Fisio e Forma, ressalta que o grande diferencial está no objetivo: “restaurar a qualidade de vida do indivíduo, realizando exercícios que estimulem a musculatura que sustenta a coluna sem causar impacto nas articulações”.

O método é indicado especialmente para pessoas que já recorreram a outras terapias e que não obtiveram resultados satisfatórios. Pessoas com alterações posturais como escoliose, hipercifose, hiperlordose, protusão discal e hérnia de disco, e com outras patologias como condromalácia patelar, osteoartrose, incontinência urinária, disfunção do sono e fibromialgia devem ser as mais interessadas pela aula.

“Na primeira vinda à clínica, o paciente passará por uma avaliação com o fisioterapeuta, que traçará um projeto terapêutico singular, utilizando como técnica de tratamento o Pilates”, explica Mônica. De acordo com a especialista, a diferença pode ser notada já nas primeiras aulas, sobretudo, por pacientes que sofrem com quadros de lombalgia.

Ainda se tratando desse quadro, a especialista afirma que já existem diversos estudos que comprovam a eficácia do Pilates Clínico no tratamento da lombalgia crônica, promovendo melhoras significativas na dor.

Um desses estudos foi realizado na Itália pelo Departamento de Medicina do Esporte e Reabilitação do Instituto Ortopédico Gaetano Pini, que analisou 43 pacientes com dores lombares em um tratamento de dez dias. No fim da experiência, foi atestado que 61% dos pacientes que fizeram terapia com Pilates estavam muito satisfeitos, contra 4,5% que foram submetidos à outra técnica. 

Para os interessados em experimentar a aula, o método não possui contra-indicação e não necessita de prescrição médica, salvo em casos de gestantes, que precisam de liberação. Em quadros de doenças musculoesqueléticas crônicas, o próprio fisioterapeuta tem a capacidade de ser o primeiro profissional de saúde a ser consultado. Doenças musculoesqueléticas estão relacionadas a afecções nos músculos, articulações, tendões, ligamentos, nervos, ossos e doenças localizadas do aparelho circulatório.

Para quais quadros e doenças é indicado

● Prevenção ao aparecimento de lesões
● Preparação da mulher para o parto e no pós-parto
● Tratamento de disfunções pélvicas e urinárias
● Tensões e dores fadigas e dores musculares
● Reabilitação após lesões
● Problemas de postura, força e resistência muscular
● Disfunções e dores em região da coluna
● Melhora o condicionamento físico
● Trabalho de prevenção de quedas e melhora do equilíbrio


Sobre a Clínica Fisio e Forma

É uma clínica especializada em reabilitação de atletas e praticantes de atividade física, que visa o atendimento de qualidade e resolutivo nas especialidades que se propõe em atender.

A Fisio e Forma surgiu em 2013, em Diadema, com o objetivo de trazer um atendimento diferenciado de Fisioterapia para a região do ABC, tendo como principal foco a ortopedia e o segmento esportivo. 

Mais informações: www.clinicafisioeforma.com.br

Mudanças na Saúde da Família deixam grávidas do DF sem assistência no pré-natal

Com previsão de fechar o ano com 70% de cobertura no Distrito Federal, ainda há 28 equipes incompletas nos Postos de Saúde da Família.

O pré-natal de gestantes brasilienses está comprometido porque faltam médicos nos Postos de Saúde da Família. Com previsão de fechar o ano com 70% de cobertura no Distrito Federal, ainda há 28 equipes incompletas. Segundo o governo, fortalecer a atenção primária com profissionais que acompanhem toda uma vida vai ajudar a desafogar o caótico cenário das emergências. Por enquanto, a dificuldade começa antes mesmo do nascimento.

Na 26ª semana de gestação (6º mes), a funcionária pública Ana (nome fictício) está há 40 dias com o pré-natal suspenso. Ela é atendida na Unidade Básica de Saúde nº 1, na Asa Sul, onde diz que passou por assistência plena até a mudança para Posto de Saúde da Família, em maio. A mulher de 30 anos prefere manter a identidade em sigilo, mas diz que optou por fazer o acompanhamento pelo Sistema Único de Saúde por ser referência.

“Minha última consulta foi no dia 3 de maio. Quando cheguei, explicaram que os médicos seriam transferidos por causa da nova estratégia. A médica que me acompanhava já não estava mais lá, mas me encaixaram em um outro, que também disse que sairia”, lembra.

Naquele dia, ela não saiu com o próximo encontro marcado, como de praxe. Em vez disso, a orientaram a retornar no fim do mês. “O posto ficou três dias fechado por conta da greve dos caminhoneiros. Em 1º de junho, disseram que os médicos ainda não tinham chegado. Uma semana depois, a informação foi a mesma. Na última segunda-feira, novamente não tinham previsão. Os funcionários já estão possessos de responder isso”, diz.

A gestante conta que a unidade, que antes era calma, “está um caos”. “Funcionaria bem se em um dia tirassem os médicos e enfermeiros especialistas e, no outro, os novos estivessem no lugar. Quarenta dias de desassistência é muito tempo em uma gravidez. É perigoso. Posso ter infecções, doenças, meus exames vão vencer”, reclama. Nem buscar atendimento em outra unidade ela pode: o atendimento é georreferenciado e depende do endereço de moradia.

“Não tenho nenhuma emergência, mas se demorar vou ter que buscar um hospital e mentir para saber se meu bebê está bem”, revela a funcionária pública. Em unidades particulares, a consulta custa a partir de R$ 300.

Situação é mistério

Coordenadora da Atenção Primária à Saúde do DF, Alexandra Gouvêa diz que a situação enfrentada pelas gestantes da Asa Sul não deveria ter ocorrido. “Não é para não ter agendamento. Nessa unidade, no modelo tradicional, existia apenas um ginecologista e ele está de licença. Mas lá tem dois médicos de família e todos os enfermeiros fazem pré-natal ali. A gente tem que apurar o que aconteceu porque às vezes pode ser servidor que não está seguindo o fluxo”, explica.

Ali, diz, há duas equipes completas de Saúde da Família, além de outras três incompletas, que devem receber reforço ainda neste ano. “Priorizamos colocar as equipes em regiões mais carentes, de maior vulnerabilidade. No processo de mudança, é natural que problemas aconteçam. Alteração de estratégia não mostra resultado de resultado de uma hora para outra. Tem que ter continuidade para que seja garantido”, afirma.Foto:Kléber Lima/jornal de Brasilia

Demora representa perigo para a mãe e para o bebê

Ginecologista-obstetra e presidente do Sindicato dos Médicos, Carlos Fernando explica que o pré-natal é essencial para garantir a saúde de mãe e bebê desde o início da gestação. “Nele são feitos orientações básicas, calendário de vacinação, orientação dietética. Entre os problemas de um acompanhamento deficiente é não detectar pacientes que têm situação de risco”, diz.

Isso sem contar com as perdas de prazo para realizar investigações específicas. De 11 a 14 semanas, é preciso fazer a ultrassonografia da transluscência nucal, que indica presença de anomalias como Síndrome de Down. De 18 a 24 semanas, a morfológica, que permite analisar os órgãos do bebê. Entre 24 e 25 semanas, há o rastreamento de diabetes gestacional, que, se confirmado, pode levar ao parto prematuro.

“Sem o devido acompanhamento, sem a gestante conseguir atendimento periódico, perde-se o momento de cada etapa. Tudo tem data e período para ser feito. É perigoso para a mãe e para o bebê”, alerta o médico. Ele lembra que 70% dos atendimentos nas emergências deveriam ser atendidos na saúde primária, mas o número persiste diante do déficit de profissionais. “O paciente não tem culpa, tem que correr atrás de atendimento mesmo”, pondera.

Transição

Números obtidos pelo Sindicato dos Médicos no mais recente relatório gerencial da pasta, referente ao último quadrimestre de 2017, indicam que mais da metade dos médicos especialistas não aderiu à nova formatação da atenção primária. Dos 423 pediatras, clínicos e ginecologistas, 228 disseram não, representando 53% dos profissionais. Considerando enfermeiros e técnicos de enfermagem, a migração foi maior – 67% e 69%, respectivamente. O documento é avaliado pelo Conselho de Saúde.

Até o fim do ano, a cobertura da estratégia Saúde da Família no DF era de 50,54%, estando em pior situação a área centro-norte da capital (7,67%). A região é composta por Asa Norte, Cruzeiro e Lago Norte. Com segunda menor cobertura estava a região centro-sul, que compreende Candangolândia, Estrutural, Guará, Park Way, Núcleo Bandeirante, Riacho Fundo I e II, Setor de Indústria e Abastecimento (SIA) e Setor Complementar de Indústria e Abastecimento (SCIA).

Reta final

Bem no fim da gestação, Brisa de Moraes, de 16 anos, deixou de passar por atendimento médico por três semanas. O parto dela estava previsto para esta semana. “Quando vim, em 24 de maio, falaram que era para marcar para a próxima semana. Cheguei e foi viagem perdida porque não tinha médico. Uma semana depois, disseram mais uma vez que era para aguardar mais uma semana”, conta.

Meta só será atingida com contratações

De acordo com a coordenadora da Atenção Primária à Saúde do DF, Alexandra Gouvêa, 540 equipes de saúde da família atuam na capital. Para chegar à meta de 70% de cobertura, médicos e agentes comunitários precisam ser contratados. A previsão é de isso ocorra até o fim de julho. Ela conta que a maioria daqueles que hoje atuam nos postos é especialista na área. “Embora se fale muito de transição, apenas uma pequena parcela de médicos optou por permanecer na atenção primária. No Brasil, a maioria dos que atuam nessa frente é de generalistas, mas estamos mudando nosso perfil”, conta a gestora.

Dos 590 médicos da atenção primária, 110 são especialistas que optaram pela conversão para generalista. Quem não quis foi movido para outros níveis de atenção, como UPAs e hospitais.

Presidente do Sindicato dos Médicos, Carlos Fernando considera a remoção como “medida punitiva”. Alexandra rebate: “Não é punitiva. Na atenção primária existe gratificação extra e isso tem movido a necessidade de permanência e causado transtorno com o sindicato”.

Ponto de Vista

Guilherme Nabuco, presidente da Associação Brasiliense de Medicina de Família e Comunidade, explica que o ideal é que os cargos sejam ocupados por médicos especializados, mas não é um problema que generalistas atuem. “A Medicina da Família e Comunidade é uma especialização que vem crescendo no Brasil, mas ainda desvalorizada tanto pela classe quanto pela população, que desconhece”, diz. De acordo com ele, ainda não há especialistas suficientes para ocupar os espaços, mas essa área tem maior residência de medicina de Brasília. O titular da entidade entende que o que acontece na capital é transitório e pensa que o governo segue caminho acertado ao passar a exigir formação nos próximos concursos. Até lá, ele garante que não há problema na atuação de médicos generalistas que passam por capacitação.

No início do mês, candidatos fizeram prova para preencher 40 vagas, além de formação de cadastro reserva, para atuar como médico da família e comunidade. Conforme o edital, os cargos para 40 horas semanais e salário inicial de R$ 12.654 só poderiam ser disputados por profissionais com certificado de residência médica em Medicina de Família e Comunidade ou título de especialista reconhecido pela Associação Médica Brasileira (AMB).

Alunos da rede pública começam a receber na escola cartões do Passe Livre Estudantil

Entrega no Centro de Ensino Médio 3 de Ceilândia, nesta quinta-feira (21), marca o início do processo.

Setenta cartões do Passe Livre Estudantil foram entregues nesta quinta-feira (21) à direção do Centro de Ensino Médio 3 de Ceilândia e começaram a ser repassados aos estudantes na manhã de hoje.Entrega no Centro de Ensino Médio 3 de Ceilândia, nesta quinta-feira (21), marca o início do processo. Foto: Dênio Simões/Agência Brasília

A ação obedece à portaria conjunta da Secretaria de Educação e do Transporte Urbano do Distrito Federal (DFTrans) publicada no início da semana. Com a medida, alunos da rede pública com direito ao benefício receberão o cartão +Estudante diretamente nas unidades de ensino.

“Isso facilitará muito a vida do estudante, que não precisará se deslocar até um posto de entrega, enfrentar filas”, destacou o secretário de Educação, Júlio Gregório Filho.

De acordo com o diretor-geral do DFTrans, Marcos Tadeu de Andrade, 140 era o número inicial de cartões destinados ao Centro de Ensino Médio 3, no entanto, o cruzamento de dados permitiu verificar incoerência em metade deles.

Foi identificado que 70 cartões cadastrados no site são de alunos que não estão registrados na escola.

“Vamos averiguar essa questão, mas isso mostra que esse processo, ao mesmo tempo em que estabelece a eficiência de levar o cartão para a escola, estabelece também um controle mais efetivo”, pontuou.
Como funciona a entrega dos cartões do Passe Livre nas escolas

O DFTrans encaminha os cartões prontos para serem ativados às 14 coordenações regionais de ensino de Brasília. Eles são entregues em pacotes separados por unidades de ensino, turno, série/ano e turmas, e de lá seguem para as direções das escolas.

Ao receber, os estudantes devem acessar o site do Passe Livre, escolher a opção +Estudante, clicar em Liberar cartão e informar os dados solicitados para ativar o benefício. O cartão será validado quando for utilizado pela primeira vez no transporte público.

Os estudantes têm até 20 dias para retirar os cartões depois que forem entregues nas respectivas coordenações. Passado esse prazo, os documentos serão devolvidos para o DFTrans.

Alunos com 16 anos de idade ou mais devem assinar um recibo de entrega. Os outros precisam de assinatura de representante legal anexada ao recibo.

Quem ainda não tem o benefício da gratuidade no transporte público do DF pode se cadastrar no site do Passe Livre Estudantil.

Agência Brasília

CPI da Pedofilia ouve secretário de cultura sobre peça de educação sexual

Peça foi escolhido por meio de edital público

A Comissão Parlamentar de Inquérito (CPI) da Pedofilia da Câmara Legislativa do Distrito Federal ouviu na tarde desta quinta-feira (21) os depoimentos do secretário de cultura do GDF, Luís Guilherme Almeida Reis, e do subsecretário de Fomento e Incentivo Cultural, Thiago Rocha Leandro. Os dois foram convidados a prestar esclarecimentos sobre a seleção da peça sobre educação sexual "O auto da Camisinha", do grupo teatral Hierofante, investigada pela CPI, depois da circulação nas redes social de um vídeo com uma cena explicando como utilizar um preservativo masculino.

O presidente da CPI, deputado Rodrigo Delmasso (PRB), explicou que os depoimentos vão ajudar a finalizar a investigação sobre a peça. Ele lembrou que na semana passada o diretor da peça também foi ouvido e considerou os esclarecimentos apresentados positivos. Delmasso afirmou, no entanto, que a CPI não avalizou a peça, conforme noticiado por alguns veículos de imprensa. Segundo ele, a CPI sugeriu ao grupo teatral que elaborasse uma obra destinada a escolas sobre o combate à pedofilia.

O secretário Guilherme Reis afirmou que se preocupa muito com os assuntos relacionados com a infância e a adolescência, "tanto como artista, como cidadão". Para ele, está muito claro que pedofilia é crime e a secretaria de cultura não apoia e nem financia nenhuma atividade criminosa. Reis destacou ainda a importância da arte para formação educacional e cidadã.

O secretário explicou que a peça foi selecionada por meio de um edital do Fundo de Apoio à Cultura (FAC), após criteriosa avaliação de especialistas. Ele disse inclusive que já havia visto trechos da peça há mais de 15 anos, em exibição em praça pública. A peça, segundo o secretário, está sendo encenada há 19 anos e já passou por vários estados e outros países.

O subsecretário Thiago Rocha detalhou o processo de seleção das obras apoiadas pelo FAC. O processo seletivo envolve as etapas de inscrição e admissibilidade. Depois, os projetos aprovados passam para a fase de mérito, quando são julgados por comissões de especialistas designadas pelo Conselho de Cultura. Casa comissão conta com no mínimo três especialistas. Ao final, é feito o ranking com as notas de todos os projetos e os melhores avaliados, de acordo com o número de vagas oferecidas pelo edital, são contemplados com o apoio financeiro.

De acordo com os representantes da secretaria de Cultura, no edital em que a peça foi selecionada 400 projetos foram inscritos e cerca de 80 foram contemplados. Questionados sobre a definição da idade para assistir à peça, eles informaram que a classificação indicativa é definida por Lei Federal e cabe a quem acolhe a exibição respeitar esta classificação.

O deputado Cláudio Abrantes (PDT) perguntou sobre a parceria entre as secretarias de Cultura e Educação e ouviu dos depoentes que a troca é grande entre as pastas e existe há muitos anos.

Recomendações – Ao final do depoimento, Delmasso apresentou recomendações para a secretaria de Cultura observar na seleção de obras destinadas a crianças e adolescentes. Para ele, estes trabalhos devem evitar o estímulo sexual ilegal, a exploração sexual infanto-juvenil e a exposição de crianças e adolescentes a material pornográfico.

Luís Cláudio Alves
Fotos: Carlos Gandra
Comunicação Social – Câmara Legislativa

Câmara homenageia Fraternidade Feminina Cruzeiro do Sul

Instituição trabalha pelos direitos das mulheres

A Câmara Legislativa homenageou, na manhã desta quinta-feira (21) em solenidade no plenário, a instituição Fraternidade Feminina Cruzeiro do Sul (FRAFEM). A entidade é vinculada às Lojas Maçônicas e ao Grande Oriente do Brasil. A autora da homenagem, deputada Celina Leão (PP), lembrou que entre os princípios que norteiam a FRAFEM está o reconhecimento aos direitos universais da mulher. Ela destacou o trabalho cultural e social desenvolvido por "mulheres valorosas".

Ao agradecer à parlamentar pela "ocasião significativa", a presidente da Fraternidade, Maria do Carmo de Oliveira Sales, ressaltou que a instituição, além de congregar a "família maçônica", promove diversos projetos, a exemplo do Aconchego, que oferece tratamento psicológico gratuito. Zelar pelos princípios éticos é uma das missões da entidade, frisou Sales.

As "mulheres fraternas", como são conhecidas as participantes da FRAFEM, dignificam a ordem maçônica, segundo o grão-mestre adjunto do Grande Oriente do DF, Reginaldo Albuquerque. Com 89 lojas maçônicas na capital, a causa promove "a evolução do ser humano na sociedade", lembrou Albuquerque, que exaltou o importante trabalho solidário realizado pela Fraternidade. O grão-mestre agradeceu à deputada Celina Leão pela lei que possibilitou a inclusão no calendário oficial do Dia da Fraternidade Feminina Grande Oriente do Brasil comemorado em 9 outubro (Lei 6030/2017), oportunidade de fortalecimento da instituição que completou 50 anos em outubro do ano passado.

Durante a sessão solene, foram entregues moções de louvor a integrantes da FRAFEM, entre elas a diretora da entidade no DF, Juliana Bottechia.

Coordenadoria de Comunicação Social - CLDF

Brasília sedia encontro de associações comerciais e empresariais

Evento vai até quinta-feira (21), no Centro de Convenções Ulysses Guimarães. Abertura ocorreu nesta quarta (20).

Brasília sedia até quinta-feira (21) o 5º Fórum da Confederação das Associações Comerciais e Empresariais do Brasil. O encontro de empreendedores de todo o País ocorre no Centro de Convenções Ulysses Guimarães.Brasília sedia até quinta-feira (21) o 5º Fórum da Confederação das Associações Comerciais e Empresariais do Brasil. O governador de Brasília, Rodrigo Rollemberg, participou da abertura oficial do evento nesta manhã. Foto: Dênio Simões/Agência Brasília

Os focos das discussões que ocorrerão hoje e amanhã são o papel das associações comerciais no desenvolvimento local, liderança empresarial e rumos econômicos para o País. Também serão abordados os temas sustentabilidade e inovação.

O governador de Brasília, Rodrigo Rollemberg, participou da abertura oficial do evento nesta manhã.

“Este encontro ocorre em um momento muito propício e desafiador do nosso País, de retomada da economia e dos empregos. Espero que saiam daqui diretrizes para avançarmos nesses objetivos”, disse.

Também participaram da cerimônia o ministro da Indústria e Comércio Exterior e Serviços do Brasil, Marco Jorge de Lima; o ministro-adjunto de Portugal, Pedro Siza Vieira; e o presidente da Confederação das Associações Comerciais e Empresariais do Brasil, George Pinheiro.

Moro marca depoimento de Lula no processo sobre sítio de Atibaia

O juiz federal Sérgio Moro marcou para 11 de setembro o interrogatório do ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva na ação penal que trata das reformas realizadas no Sítio Santa Bárbara, em Atibaia (SP), frequentado pela família de Lula.

O ex-presidente, que está preso na Superintendência da Policia Federal em Curitiba, e ex-executivos das empreiteiras Odebrecht e da OAS são réus no processo.

O imóvel é alvo das investigações da Operação Lava Jato, que apura a suspeita de que as obras foram pagas pelas empreiteiras.

Segundo os investigadores, as reformas começaram após a compra da propriedade pelos empresários Fernando Bittar e Jonas Suassuna, amigos de Lula, quando “foram elaborados os primeiros desenhos arquitetônicos para acomodar as necessidades da família do ex-presidente”.

No laudo elaborado pela Polícia Federal, em 2016, os peritos citam as obras que foram realizadas, entre elas a de uma cozinha avaliada em R$ 252 mil. A estimativa é de que tenha sido gasto um valor de cerca de R$ 1,7 milhão, somando a compra do sítio (R$ 1,1 milhão) e a reforma (R$ 544,8 mil).

A defesa de Lula sustenta que o ex-presidente não é proprietário do sítio.

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