Começa a segunda etapa do recadastramento dos servidores ativos

Nesta fase, a partir desta terça-feira (15), será a vez dos servidores de órgãos da Administração Direta, Fundações Públicas e Autarquias atualizarem seus dados.

A segunda etapa do recadastramento dos servidores ativos do Governo do Distrito Federal (GDF) estará disponível a partir desta terça-feira (15). Nesta fase, será a vez dos servidores lotados nos órgãos da Administração Direta, Fundações Públicas e Autarquias atualizarem seus dados no Sistema de Recadastramento, Complementação e Atualização de Dados (Recad) até o dia 14 de dezembro. Durante as quatro etapas do processo são esperados que mais de 110 mil servidores ativos acessem o sistema e preencham suas informações atuais.

Na primeira fase do recadastramento, que teve início em 26 de agosto e termina nesta segunda-feira (14), 4.762 servidores das empresas públicas do Distrito Federal atualizaram suas informações no sistema. Após a etapa dos órgãos da Administração Direta, será a vez dos servidores ativos da Secretaria de Saúde e Secretaria de Educação fazerem o recadastramento.

Comissionados

O recadastramento é obrigatório para servidores ativos da Administração Direta, Autárquica e Fundacional do DF, e os Empregados Públicos de Empresas dependentes do Tesouro do Distrito Federal, inclusive os servidores ativos sem vínculo (comissionados), os que estão cedidos, afastados ou licenciados, e, também, os servidores temporários. Aqueles que não realizarem a atualização dos dados estarão sujeitos a processo administrativo disciplinar.

O detalhamento do recadastramento de 2019 foi regulamentado na Portaria n° 256 de 2019, publicada no Diário Oficial do DF no dia 6 de agosto. A atualização das informações dos servidores ativos do Governo do DF está prevista no Decreto nº 39.276, de 6 de agosto de 2018, que foi alterado recentemente pelo Decreto nº 39.982, de 29 de julho de 2019.

Para mais informações acesse: http://www.sefp.df.gov.br/recadastramento-duvidas-frequentes/ ou consulte o MANUAL DO USUÁRIO.
Os órgãos públicos que devem realizar o recadastramento na segunda etapa são:

Administração Direta

Policiais civis, policiais militares, bombeiros militares que ocupam cargos em comissão e/ou recebem valores do Tesouro Distrital

Fundações Públicas

Fundação de Amparo ao Trabalhador Preso (Funap), Fundação de Apoio a Pesquisa (FAP) e Fundação Jardim Zoológico de Brasília

Autarquias

Departamento de Estradas de Rodagem (DER), Departamento de Trânsito (Detran), Serviço de Limpeza Urbana (SLU), Brasília Ambiental, Programa de Proteção e Defesa do Consumidor (Procon-DF), Agência Reguladora de Águas, Energia e Saneamento Básico (Adasa-DF), Instituto de Assistência à Saúde dos Servidores (Inas) e ativos do Instituto de Previdência dos Servidores do Distrito Federal (Iprev-DF)
Terceira etapa:

Secretaria de Saúde

Inclusive os residentes, servidores da Fundação de Ensino e Pesquisa em Ciências da Saúde (Fepecs) e Fundação Hemocentro
Quarta etapa:

Secretaria de Educação

Inclusive temporários e servidores da Fundação Universidade Aberta do Distrito Federal (Funab).

*Com informações da Secretaria de Economia

Entenda como o excesso de peso interfere na fertilidade

O sobrepeso pode prejudicar a gestação, levar a abortos espontâneos e provocar uma pior resposta a tratamentos de fertilidade.

A Sociedade Brasileira de Reprodução Assistida (SBRA) faz um alerta sobre como o sobrepeso pode interferir na fertilidade e na ovulação da mulher. Especialistas recomendam que, para uma gravidez sem risco, mulheres devem apresentar um índice de massa corpórea (IMC) entre 20 e 25. Um resultado acima de 30 pode apresentar complicações na ovulação. 

O médico creditado pela SBRA Roberto Antunes dá algumas recomendações para pacientes acima do peso e que desejam engravidar: “Iniciar o quanto antes um acompanhamento nutricional e mudar o estilo de vida, iniciando a prática de atividades físicas”, ressalta o médico, que também é membro do Conselho da Diretoria da SBRA. Ainda de acordo com ele, pacientes que conseguem diminuir o peso têm menos riscos de desenvolver síndrome metabólica, pressão alta e diabetes. 

Uma pesquisa recente do Ministério da Saúde revelou o aumento de 67,8% de pessoas obesas nos últimos 13 anos, saindo de 11,8% (2006) para 19,8% (2018). Os dados também apontam que o crescimento da obesidade foi maior entre os adultos de 25 a 34 anos e 35 a 44 anos, com 84,2% e 81,1%, respectivamente. Apesar de o excesso de peso ser mais comum entre os homens, em 2018, as mulheres apresentaram obesidade ligeiramente maior – com 20,7% – em relação aos homens – 18,7%.

A seguir, confira os principais pontos da entrevista com Roberto Antunes. O médico esclareceu questões cruciais sobre como a capacidade reprodutiva é influenciada pela obesidade, além de dar dicas que podem auxiliar as mulheres a realizar o sonho da maternidade. Roberto será o presidente do Congresso Brasileiro de Reprodução Assistida (XXIV CBRA 2020), a ser realizado de 5 a 8 de agosto de 2020, no Rio de Janeiro. 

1 – Como o excesso de peso interfere na fertilidade da mulher? 

Roberto Antunes – O excesso de peso acarreta um aumento da produção de estrogênio e contribui com os distúrbios da ovulação. Fisiologicamente falando, o excesso de tecido adiposo colabora para a resistência à ação da insulina. Tal fato leva a uma maior produção desse hormônio e de outras moléculas pelo organismo da mulher, como o IGF-1, as quais acabam atuando sobre os ovários de maneira a dificultar a formação adequada dos folículos dominantes e, consequentemente, ela passa a ter maiores dificuldades para ovular. Diminuindo o número de ovulações, obviamente, a mulher passa a ter menos chances de engravidar. Além disso, existe um efeito indireto da descompensação metabólica que a obesidade traz nas taxas de implantação dos embriões. Assim, considerando os aspectos fisiológicos, as mulheres obesas têm mais dificuldades de ovular e, quando os embriões se formam, eles têm mais dificuldades em implantar. 

2 – No caso dos homens, como o peso interfere na fertilidade?

Roberto Antunes – O excesso de peso também afeta negativamente a ação da testosterona. O tecido adiposo é rico em uma enzima chamada aromatase, a qual converte os hormônios androgênicos, incluindo a testosterona, em derivados do estrogênio. Isso causa um impacto importante na libido e na qualidade de vida de indivíduos obesos. Pacientes acima do peso também apresentam uma série de alterações no exame de espermograma podendo, até mesmo, fragmentar o DNA dos espermatozoides. Essas alterações aumentam as dificuldades de uma gestação natural, aumentam as taxas de abortos e pioram a qualidade dos embriões formados por fertilização in vitro (FIV).

3 – O excesso de peso também prejudica a gravidez? Por quê? 

Roberto Antunes – O excesso de peso na gravidez aumenta o risco de diabetes e pressão alta. Além disso, os fetos podem nascer com um tamanho acima do esperado para a idade gestacional, com alterações do metabolismo e hipoglicemia. O pós-operatório também é complicado, por apresentar riscos de infecção de ferida e dificuldades de cicatrização. Porém, pacientes com IMC abaixo de 20 também podem apresentar distúrbios ovulatórios. 

4 – Mulheres com excesso de peso têm menos chances engravidar por meio das técnicas de reprodução assistida?

Roberto Antunes – O peso é um dos pontos levados em consideração ao realizar o estímulo ovariano da paciente para a fertilização in vitro ou injeção intracitoplasmática porque afeta a ação da maioria das medicações de estimulação. Pacientes de maior peso necessitam de maiores doses de medicação para uma resposta ovariana adequada. Em relação à qualidade dos óvulos recuperados e à classificação dos embriões formados, não há diferenças entre pacientes obesas e pacientes com peso normal. 

5 – Qual a taxa de IMC considerada preocupante para mulheres que desejam engravidar? 

Roberto Antunes – O IMC ideal encontra–se entre 20-25. As pacientes que apresentam IMC acima de 30 são aquelas que começam a apresentar uma maior taxa de complicações associadas à ovulação. Por outro lado, pacientes com IMC abaixo de 20, que possuem panículo adiposo muito reduzido, também podem começar a apresentar distúrbios ovulatórios.

6 – O baixo peso demais também pode trazer problemas para as mulheres?

Roberto Antunes – Os extremos de peso afetam bastante a fertilidade. Pacientes com percentual de gordura muito baixo, seja por doença, como nos casos de anorexia, seja por atividade física intensa, como nos casos de atletas profissionais, geralmente apresentam um distúrbio do eixo hipotálamo-hipófise-ovário (responsável pela produção hormonal). Ou seja, essas alterações suprimem os níveis dos hormônios FSH (hormônio folículo-estimulante) e LH (hormônio luteinizante), o que pode impedir a ovulação.

7 – Qual a relação da cirurgia bariátrica com a fertilidade? 

Roberto Antunes – Os resultados da cirurgia bariátrica podem aumentar as chances de gestação espontânea porque a mulher volta a ovular e menstruar e apresenta melhores índices de glicemia e de colesterol. Mas para pacientes que, mesmo após a cirurgia, necessitem recorrer aos tratamentos de fertilização in vitro, pode haver queda nos resultados do estímulo ovariano. Ou seja, o número de óvulos recuperados tende a ser menor e a qualidade dos embriões formados também apresenta uma tendência de piora. Independente do método de gestação, após a bariátrica a mulher precisa estar atenta aos riscos para o feto e para si mesma, a fim de evitar síndromes disabsortivas (de má absorção intestinal). Nesses casos, recomendamos um acompanhamento pré-natal com muita atenção, com profissional afeito a gestação de alto risco.

Hemocentro e Hospital da Criança firmam parceria para troca de experiências

Termo de cooperação técnica foi assinado nesta quinta-feira
Agência Brasília *

Documento foi assinado por representantes da área | Foto: Mariana Raphael / Secretaria de Saúde

Melhorias nos processos de trabalho e na assistência à população são alguns dos benefícios previstos na parceria firmada entre a Fundação Hemocentro de Brasília (FHB) e o Hospital da Criança de Brasília José Alencar (HCB). Um termo de cooperação técnica foi assinado, nesta quinta-feira (10/9), por representantes das duas instituições da Secretaria de Saúde, para formalizar o acordo.

“Essa cooperação técnica tem como finalidade unir os processos, trocar experiências de gestão e também o trabalho técnico que envolve as duas instituições. Sempre é importante possibilitar que as unidades que compõem a nossa rede possam trabalhar em conjunto”, ressaltou o secretário de Saúde, Osnei Okumoto, após assinar o termo.

Para o superintendente-executivo do HCB, Renilson Rehem, a troca de experiências entre duas instituições de excelência será uma oportunidade para revisar, agilizar e atualizar os processos administrativos e de segurança do paciente. “Estamos animados com a parceria, para trazer bons resultados às duas instituições. A expectativa é que tenhamos processos de melhor qualidade, com mais segurança, o que resulta em benefícios à população”, destacou.

De acordo com a diretora-presidente do Hemocentro, Bárbara Simões, experiências serão trocadas em áreas como compra de produtos especiais, transfusões, patologias, infraestrutura, gestão do parque tecnológico, entre outros. A ideia é compartilhar soluções e reunir esforços para encontrar respostas a problemas comuns.

“Nós já iniciamos a parceria e, agora, ela foi formalizada. Estabelecemos um plano de trabalho para que as áreas possam delinear, de forma organizada e objetiva, nossas perspectivas de trabalho”, informou Simões.

Plano

As instituições estabeleceram um plano de trabalho por áreas temáticas, com objetivos específicos para cada uma delas. O eixo de planejamento estratégico, por exemplo, pretende reformular instrumentos como o mapa estratégico da FHB.

Na parte de laboratórios especializados, as instituições vão compartilhar conhecimentos sobre citometria de fluxo (técnica utilizada para contar, examinar e classificar partículas microscópicas), imuno-hematologia e pesquisa. Já na área de comunicação, o aprimoramento pretende focar em indicadores, voluntariado e mobilização social.

O plano de trabalho abrange ainda satisfação do usuário, tecnologia da informação, recursos humanos, logística e suprimentos. Para cada área temática será designada pelo menos uma área da FHB e outra do HCB, responsável pelo andamento das atividades.

* Com informações da Secretaria de Saúde

Retratos de mulheres que venceram o câncer de mama ficam expostos na CLDF

Organizada pela ONG "Recomeçar – Associação de Mulheres Mastectomizadas de Brasília", mostra fica em cartaz até o final do mês.

Neves Pereira, Lourdes Capitulino, Joana D'Arc, Sheyla Machado, Val Costa e Joana Jeker. São mulheres que compartilham histórias de superação: diagnosticadas com câncer de mama, enfrentaram a doença, passaram por mastectomia (retirada da mama), fizeram reconstrução mamária e redescobriram seus corpos e suas vidas. Os retratos delas seis integram a exposição "A Força da Mulher", inaugurada nesta quinta-feira (10), no hall de acesso ao plenário da Câmara Legislativa.

Atualmente, com 57 anos de idade, Neves Pereira soube que estava com câncer de mama há seis anos. Retratada por Luciana Ferry – fotógrafa que assina a mostra –, ela destaca a importância de se deixar fotografar : "É bonito e ajuda na autoestima de quem passa pelo tratamento".

A deputada Arlete Sampaio (PT), que participou da abertura da exposição, fez questão de falar da importância do diagnóstico precoce do câncer de mama em seu pronunciamento na sessão ordinária. "Mais do que fazer novas leis, é nosso dever fiscalizar a oferta de serviços básicos para evitar que as mulheres sejam vitimadas pelo câncer", defendeu. A distrital lamentou a situação dos mamógrafos na rede pública de saúde, bem como a dificuldade para se agendar uma consulta médica para solicitar o exame. De acordo com ela, 44% das mulheres com câncer são diagnosticadas já em estágio avançado, o que dificulta o tratamento.

Realizada pela ONG "Recomeçar – Associação de Mulheres Mastectomizadas de Brasília", a exposição "A Força da Mulher" pode ser visitada gratuitamente, de segunda a sexta-feira, até o dia 31 de outubro.

A Força da Mulher - Exposição Fotográfica
Local: Hall do Plenário da Câmara Legislativa do Distrito Federal
Visitação: até 31 de outubro
Horários: de segunda a sexta-feira, das 8h às 19h 
Classificação indicativa: livre para todos os públicos 
Entrada franca

Denise Caputo
Fotos: Figueiredo/CLDF
Núcleo de Jornalismo – Câmara Legislativa

Lançada Frente Parlamentar em Defesa das Estatais do DF

Grupo parlamentar é presidido pelo deputado Chico Vigilante (PT): "Lutar para que empresas não sejam privatizadas".

Com apoio de nove parlamentares, o lançamento da Frente Parlamentar em Defesa das Empresas Estatais reuniu, em sessão solene na manhã desta quinta-feira (10) no plenário, representantes da CEB, CAESB, Codeplan, BRB e Metrô. São signatários da Frente os deputados Chico Vigilante (PT), Arlete Sampaio (PT), Fábio Felix (PSOL), Leandro Grass (Rede), João Cardoso (Avante), Agaciel Maia (PR), Reginaldo Veras (PDT), Reginaldo Sardinha (Avante) e Roosevelt Vilela (PSB).

O presidente da Frente, deputado Chico Vigilante, frisou que o objetivo do colegiado é defender a sociedade e "lutar para que as empresas não sejam privatizadas". Como primeiro ato, ele anunciou uma reunião para a próxima segunda-feira (14), às 15 horas, com dirigentes sindicais a fim de elaborar "o planejamento e o cronograma de luta". Ele conclamou: "Vamos sacudir o Distrito Federal com o debate sobre a privatização".

Segundo a deputada Arlete Sampaio (PT), o Brasil está na contramão da história. Ela citou pesquisa holandesa sobre o processo de reestatização que ocorre na Europa. "Até os Estados Unidos reestatizaram 67% das empresas", disse. A parlamentar afirmou ainda que "o nosso papel é consertar o que está errado nas empresas públicas ao invés de privatizá-las". Do mesmo modo, o deputado João Cardoso considerou que há "solução para os possíveis problemas" apresentados pelos atuais gestores das estatais, que deveriam ouvir os servidores, os quais "são os verdadeiros guardiões dessas empresas".

Para o deputado Fábio Felix, a privatização tem um roteiro, onde o primeiro passo é nomear para a gestão da empresa pessoas que não têm qualquer apreço pela instituição e a desqualificam. "É uma estratégia que precisamos denunciar", afirmou. Ele acrescentou que o governador Ibaneis Rocha quer fazer "uma manobra para que essa Casa seja retirada do processo de consulta sobre a privatização". Também a deputada federal Erika Kokay (PT/DF) concordou que o govenador não quer submeter a decisão sobre as privatizações à CLDF, exigência prevista pela Lei Orgânica do Distrito Federal. "Não podemos permitir que isso aconteça; o governador não conhece a força que têm os trabalhadores dessas instituições", assentiu.

Já o deputado Leandro Grass argumentou que é um "mito" considerar empresas privadas mais eficientes que as públicas, uma vez que a boa gestão não depende de ser público ou privado, mas de planejamento, metas e critérios. Ele citou o caso do estado de Goiás, onde o fornecimento de energia foi privatizado, cujo resultado foram serviços piores e mais caros. Grass ainda ponderou que "mais do que defender empresas, estamos defendendo direitos". Ele mencionou que a água foi elencada como direito pelas Organizações das Nações Unidas, do mesmo modo como são direitos o saneamento e a energia. "Não podemos deixar transformarem direitos em mercadoria", alegou.

Servidores – Representantes e servidores de empresas públicas presentes na solenidade defenderam que CAESB, CEB, BRB, Codeplan e Metrô são patrimônios da população e possuem função social. A servidora da Caesb, Iza Cabral, considerou que essas empresas não são mercadorias e não precisam dar lucro, mas sim resultados no serviço entregue à população, na forma de lucro social. Nesse sentido, o secretário de Assuntos Estratégicos do Sind'água, Alberto Jorge Silva, citou que "hoje, 99% da população do DF é atendida com água de qualidade". Na mesma linha, o secretário de administração do Sindicato dos Bancários, Cristiano Severo, exemplificou que "quem está no ranking de reclamação do Procon são as empresas privadas e não as públicas".

Já o secretário de assuntos Jurídicos do Sindicato dos Urbanitários, João Carlos Ferreira, argumentou contra o discurso governamental. Para ele, "as empresas estatais não estão quebradas e seus trabalhadores não são privilegiados", como têm sido divulgadas pelos diretores dessas empresas. Segundo o secretário de Assuntos Jurídicos do Sindmetrô, Israel Pereira, o governador Ibaneis Rocha, durante a campanha, prometeu investir no metrô, mas depois de eleito nomeou apadrinhados políticos para a administração das empresas "com o único propósito de precarizá-las a fim de passar à população a imagem de que a única solução é a privatização". Diversos servidores dessas instituições também se manifestaram durante a solenidade contra a privatização das empresas estatais.

Franci Moraes
Fotos: Rinaldo Moreli – CLDF
Núcleo de Jornalismo – Câmara Legislativa

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