No segundo lugar no ranking nacional que mais aplicaram doses contra a Covid, o governador do DF anuncia vacinação para adolescentes de 12 anos

Atrás apenas do estado de São Paulo, o Distrito Federal aparece no segundo lugar, entre os entes da Federação, no ranking da vacinação contra covid-19 no país.

A capital federal já imunizou 83% da população adulta.

O feito só foi possível após as exigências feitas pelo governador, junto ao Ministério da Saúde, das 290 mil doses de vacinas que a União devia ao Distrito Federal.

O número representa a marca de 83,34% dos habitantes adultos vacinados com a primeira dose, o que leva o DF ao segundo lugar no ranking nacional de imunização, segundo último levantamento feito pelo consórcio de veículos de imprensa, nesta terça-feira (17).

Desde ontem, jovens de 18 e 19 anos começaram a ser imunizados.

No primeiro dia destinado ao público, foram vacinadas 28.191 pessoas.

Os novos dados do avanço da vacinação no Distrito Federal foi mais um estímulo para que o governador Ibaneis Rocha (MDB) anunciasse durante e a solenidade de assinatura da ordem de serviço para a drenagem pluvial em uma das quadras do Lago Sul, o início da vacinação contra covid para adolescentes a partir dos 12 anos.

O chefe do executivo local acredita que, até o fim desta semana, o Ministério da Saúde envie uma nova remessa de vacinas.

A posição confortável do Distrito Federal entre os estados (São Paulo/ Rio Grande do Sul) que mais avançaram na guerra contra a Covid-19, doença que dizimou milhões de brasileiros deste o primeiro registro, ocorrido em fevereiro do ano passado, no país, serviu para calar a boca da oposição política agorenta do DF que durante todo esse período torceu para o “quanto pior, melhor”.

Nas redes sociais, a turma que tentava se qualificar na corrida eleitoral do próximo ano, com o discurso da “vacina estocada”, se calou por falta de argumentos.

A última pá de cal em cima dos “coveiros de plantão“, foi colocada por determinação da justiça.

Com uma “martelada”, o Judiciário proibiu o movimento paredista, organizado pela pelegada sindical de impedir que a população de Brazlândia fosse atendida pelo hospital público da cidade.