(Fotos: Lúcio Bernardo Jr./Agência Brasília)Nova unidade promete estrutura moderna, acessível e ampliação de vagas para estudantes
Brasília, 18 de janeiro de 2026 – Estudantes, professores e servidores da Escola Classe (EC) 415 de Samambaia acompanham com expectativa a reconstrução da unidade escolar, que dará lugar a um prédio mais moderno, amplo e acessível, alinhado às necessidades do ensino público. A obra é executada pelo Governo do Distrito Federal (GDF) e faz parte do programa de modernização das escolas da rede pública. Enquanto os trabalhos não são concluídos, as aulas seguem sendo realizadas de forma provisória no antigo Colégio Vital Brasil, assegurando a continuidade das atividades pedagógicas.
Em outubro de 2025, o governador Ibaneis Rocha entregou a EC 425 completamente reconstruída, enquanto a EC 415 entrou na fase de obras após a demolição do antigo prédio. A EC 410 será a próxima a passar pelo mesmo processo, fechando um conjunto de três modernizações na região administrativa. Segundo a Secretaria de Educação do Distrito Federal (SEEDF), escolas com estruturas antigas, feitas com placas pré-moldadas de concreto, estão sendo substituídas gradualmente por edificações mais modernas, com melhor conforto térmico e acústico, ambientes amplos e espaços voltados à inovação pedagógica e à convivência escolar.A diretora Josefa Nicácio comemora: “A Escola Classe 415 é extremamente esperada, não só pelos gestores e professores, mas também pelos alunos e pelas famílias”
De acordo com a diretora da EC 415, Josefa Lopes Nicácio, a nova escola atende a uma reivindicação histórica da comunidade. Ela destaca que o antigo prédio já não oferecia condições adequadas para o desenvolvimento pleno dos estudantes. Com a reconstrução, a unidade contará com salas específicas para a educação infantil, equipadas com banheiros próprios, além de quadra coberta, refeitório, cozinha experimental e sala de música.
Atualmente, cerca de 800 alunos são atendidos no espaço provisório. Com a conclusão da obra, o número de turmas será ampliado de 28 para 32, aumentando a oferta de vagas na própria comunidade. Para a direção, a mudança permitirá atender mais crianças da região e oferecer melhores condições para o processo de ensino e aprendizagem.
A nova estrutura também deve reforçar o atendimento aos alunos com necessidades educacionais especiais, que hoje somam 75 matriculados. Segundo a diretora, as salas serão preparadas para garantir acessibilidade, conforto e suporte pedagógico adequado às diferentes demandas.
Para as famílias, a reconstrução representa um avanço significativo na qualidade da educação. O morador Rônisson Gonçalves, pai de dois alunos da escola, avalia que a melhoria da estrutura impacta diretamente no aprendizado. Ele ressalta que, apesar da adaptação provisória garantir o funcionamento das aulas, nada substitui uma escola localizada na própria comunidade, o que traz mais segurança, conforto e vínculo para os estudantes.
Entre os alunos, o sentimento também é de entusiasmo. A estudante Isadora dos Santos Neves, de 8 anos, do terceiro ano do ensino fundamental, afirma que a nova escola será mais próxima de casa e imagina um espaço com pátio, quadra, biblioteca, salas amplas e ambientes mais arejados, tornando a rotina escolar ainda mais agradável.











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