O DF Folia 2026 prepara o maior Carnaval de rua da história do Distrito Federal, com investimento recorde de R$ 10 milhões. O evento contará com 73 blocos carnavalescos espalhados por diversas regiões administrativas entre os dias 7 de fevereiro e 1º de março. Do valor total, R$ 8,3 milhões serão destinados diretamente aos blocos, conforme porte, histórico e público de cada um, conforme critérios estabelecidos por edital.

Além dos blocos, os chamados Territórios Folia – espaços com grandes atrações e estrutura reforçada – poderão receber até R$ 500 mil cada. Três grandes territórios permanentes funcionarão diariamente entre 14 e 17 de fevereiro: Gran Folia 2026 (Esplanada dos Ministérios), Plataforma Monumental (Museu Nacional da República) e Setor Carnavalesco Sul – Circuito Brasília em Folia (Setor Comercial Sul).

A programação contemplará regiões como Plano Piloto, Ceilândia, Taguatinga, Samambaia, Planaltina, Gama, Sobradinho, entre outras, promovendo a descentralização cultural e o acesso democrático ao Carnaval. O objetivo, segundo o secretário de Cultura e Economia Criativa, Claudio Abrantes, é consolidar o Carnaval como política pública estruturante que gera trabalho, renda e pertencimento. “Estamos fortalecendo uma manifestação cultural que gera trabalho, renda, pertencimento e ocupa o espaço público de forma democrática, garantindo que o Carnaval chegue a todas as regiões do Distrito Federal”, destacou.

O DF Folia 2026 vai além da celebração cultural, fortalecendo ainda setores como turismo, comércio, gastronomia e serviços, e reafirmando o evento como patrimônio cultural do Distrito Federal. A iniciativa é fruto de parceria entre a Secretaria de Cultura e Economia Criativa, Governo do Distrito Federal e Associação Artise de Arte, Cultura e Acessibilidade, realizada via chamamento público.

A programação inclui blocos tradicionais e novos, distribuídos ao longo das datas festivas, com eventos em locais emblemáticos, como Parque da Cidade, Eixão, Taguaparque e diversas praças urbanas. Mudanças podem ocorrer por questões técnicas ou de força maior.