Ciclovia da EPTG terá 25,7 quilômetros de extensão

DER analisa documentação de 12 empresas interessadas na execução da obra que ligará Taguatinga à Octogonal. Construção deve ser concluída em 240 dias.

Está em curso a concorrência para execução da obra da ciclovia na Estrada Parque Taguatinga (EPTG), uma das principais vias de ligação entre Taguatinga e o Plano Piloto. Serão 25,7 quilômetros de pista construída — a EPTG tem a extensão total de 11,2 quilômetros. A licitação do Departamento de Estradas de Rodagem do Distrito Federal (DER-DF) tem orçamento previsto de R$ 11.789.414,27.


Na quinta-feira (2), o DER começou a analisar a documentação das 12 empresas interessadas, de acordo com o prazo do aviso de licitação publicado no Diário Oficial do Distrito Federal em 27 de dezembro de 2016. Após o resultado de habilitação, a obra deve ser executada em 240 dias pela empresa vencedora da concorrência.

Serão três faixas de ciclovia, nas marginais e no canteiro central da via. Elas começam nas entradas dos Pistões Sul e Norte e terminam na altura da Octogonal e do trecho de entroncamento da Estrada Parque Indústria e Abastecimento (Epia), onde se conectam com calçadas.
Ciclovia se conecta com calçadas já existentes

A diretora de Estudos e Projetos do DER-DF, Ery Brandi, explica que o projeto contempla terraplanagem, pavimentação, construção de calçadas e sinalização. “Em alguns pontos a ciclovia se conecta a calçadas já existentes, que passam a ser compartilhadas entre pedestre e ciclistas”, detalha.

Ela observa que as pistas não são contínuas e se fundem em pontos específicos. Em alguns trechos, haverá marcadores rodocicloviários, que são as faixas pontilhadas para travessia de bicicletas. Nos locais de alta velocidade, semáforos acionados por botões vão facilitar o acesso dos ciclistas.

A pista das bicicletas é constituída de rota própria, separada fisicamente do tráfego geral. A definição está na Lei nº 4.397, de 2009, que dispõe sobre a criação do Sistema Cicloviário do DF. A obra é uma demanda dos que trafegam na região.

De acordo com o DER-DF, além de contemplar moradores de Taguatinga, a ideia é facilitar a mobilidade para ciclistas de Águas Claras, Vicente Pires, Lucio Costa, Guará e Setor de Indústria e Abastecimento (SIA).

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