Inflação medida pela Fundação Instituto de Pesquisas Econômicas recua em fevereiro

O grupo alimentação contribuiu para abaixar a média de preços ao fechar o mês com variação negativa de 0,69% ante uma alta de 0,16%, em janeiro último.Marcelo Camargo/Agência Brasil

O Índice de Preços ao Consumidor (IPC), medido pela Fundação Instituto de Pesquisas Econômicas (Fipe), na cidade de São Paulo, encerrou fevereiro com queda de 0,08% depois de uma alta de 0,32% em janeiro último. No acumulado do ano, a taxa indicou elevação de 0,24% e, nos últimos 12 meses de 4,43%.

O grupo alimentação contribuiu para abaixar a média de preços ao fechar o mês com variação negativa de 0,69% ante uma alta de 0,16%, em janeiro último. Mais três classes de despesas tiveram queda: transportes passou de 0,5% (em janeiro) para -0,17%; despesas pessoais com variação de -0,13% ante 0,12%, e vestuário que apesar de manter-se em baixa de 0,42%, mostra um movimento de recuperação de preços. Em janeiro houve redução mais expressiva (-0,86%).

Em habitação, o IPC atingiu alta de 0,36% ante 0,01%, janeiro. Na mesma base de comparação, o grupo saúde apresentou aumento médio de preços de 0,69% ante 0,7%, e o de educação encerrou o mês em 0,13% ante 6,51%. Estes dois últimos foram os grupos que mais subiram os preços nos últimos 12 meses, saúde acumula alta de 11,78% e educação, 8,43%.

IPC-S recua em seis capitais brasileiras na última semana de fevereiro

A inflação medida pelo Índice de Preços ao Consumidor Semanal (IPC-S) caiu em seis das sete capitais pesquisadas pela Fundação Getulio Vargas (FGV) entre a terceira e a última semana de fevereiro. A única capital com alta na taxa foi Salvador: 0,09 ponto percentual, ao subir de 0,55% na terceira semana para 0,64% na última semana.

Entre as capitais com queda na taxa, o maior recuo foi observado no Recife (0,25 ponto percentual, ao passar de 0,44% para 0,19%). Também foram observadas quedas acima da média nacional (de 0,09 ponto percentual) em Brasília (0,19 ponto percentual, ao passar de 0,35% para 0,16%), Belo Horizonte (0,19 ponto percentual, ao passar de 0,41% para 0,22%) e São Paulo (0,15 ponto percentual, ao passar de 0,37% para 0,22%).

Abaixo da queda da taxa nacional (que recuou de 0,40% para 0,31%), apresentaram recuos as cidades do Rio de Janeiro (0,06 ponto percentual, ao passar de 0,33% para 0,27%) e Porto Alegre (0,01 ponto percentual, ao passar de 0,37% para 0,22%).

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