Brasília + Jovem Candango reúne 1,4 mil participantes em sua terceira edição

Por meio do programa, adolescentes de 14 a 16 anos fazem curso técnico de auxiliar de escritório e trabalham em órgãos do governo de Brasília.

A terceira edição do Brasília + Jovem Candango foi lançada no Centro de Convenções Ulysses Guimarães na manhã de segunda-feira (21). São 1,4 mil adolescentes de 14 a 16 anos matriculados.

Ao longo de 16 meses, os alunos vão fazer curso técnico de auxiliar de escritório e trabalhar em órgãos do governo de Brasília. O contrato de aprendizagem é de 20 horas por semana, divididas entre atividades práticas e teóricas.

Os participantes recebem dois terços do salário mínimo, auxílios alimentação e transporte, férias, abono e seguro de vida. Foto: Andre Borges/Agência Brasília

O governador de Brasília, Rodrigo Rollemberg, participou da cerimônia de boas-vindas dos alunos nesta manhã ao lado da esposa e colaboradora do governo, Márcia Rollemberg.

“Fizemos um remanejamento orçamentários para conseguir contratar mais 1,6 mil jovens candangos”, informou o chefe do Executivo local.

Para o secretário-adjunto de Políticas para Crianças, Adolescentes e Juventude, Antônio Carlos de Carvalho Filho, “esses jovens, além de evitar situação de vulnerabilidade, têm a possibilidade de aprender, de ter uma espécie de primeiro emprego, de conhecer os órgãos do governo de Brasília e de incrementar a renda da família”.

As 1,4 mil vagas foram distribuídas da seguinte forma:
65% para jovens que atendem aos critérios de seleção exigidos
15% para aqueles em cumprimento de medida socioeducativa
5% para os em situação de acolhimento
5% para atendidos pelo Programa Bombeiro Mirim do DF
5% para os que residem há pelo menos cinco anos na área rural do DF
5% para pessoas com deficiência.

Os critérios de seleção levaram em conta questões como idade X série escolar, renda familiar e pontuação social, baseada em quesitos como ser participante do CadÚnico, de Programas Governamentais de Erradicação do Trabalho Infantil, ser familiar em primeiro grau de vítimas ou de presos encaminhados pela Fundação de Amparo ao Trabalhador Preso do DF, famílias que pertenciam ao Lixão da Estrutural, residentes do Paranoá Parque em situação de vulnerabilidade comprovada ou jovem de família acompanhada há mais de um ano pelo Conselho Tutelar.

Fonte: Agência Brasília

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