Primeira-dama quer transformar residência oficial em centro de apoio a mulheres e crianças

Plano de Mayara Noronha é que vítimas de violência e menores carentes sejam atendidos por profissionais da saúde na casa onde viveram governadores do DF.
AGÊNCIA BRASÍLIA

A primeira-dama do DF, Mayara Noronha (ao centro, de vermelho) e a esposa do vice-governador, Ana Paula Hoff (à esquerda, de azul), com crianças a Guarda Mirim na Residência Oficial de Águas Claras. Foto: Joel Rodrigues/ Agência Brasília

A primeira-dama do Distrito Federal, Mayara Noronha, pretende transformar a Residência Oficial de Águas Claras em um centro de apoio a mulheres vítimas de violência e a crianças e adolescentes. Mayara prepara um projeto que será levado ao governador Ibaneis Rocha de criação de um centro de apoio psicológico e de saúde na casa do chefe do Executivo.

A proposta foi apresentada na tarde desta quinta-feira (14), durante o lançamento do programa DF Criança – Semeando o Futuro, programa que tem como intenção promover a atuação integrada entre os órgãos do Executivo e a sociedade civil, ampliando o alcance das políticas públicas de atenção às crianças e adolescentes no DF.

No encontro, a esposa do governador recebeu 30 integrantes da Guarda Mirim da Polícia Militar para atividades de recreação e visita guiada à casa – que às segundas-feiras passará a receber estudantes de escolas públicas do Distrito Federal.

“A residência é ampla, tem muito espaço a ser aproveitado e o atendimento à comunidade é uma prioridade, tanto minha quanto do governador”, disse Mayara. Como compromisso de campanha para economizar custos do Executivo, o casal não se mudou para a residência oficial, deixando o espaço para eventos públicos e reuniões.

A solenidade de lançamento do DF Criança reuniu, além da primeira dama, a esposa do vice-governador Paco Britto, Ana Paula Hoff, e secretários de Estado. “Queremos levar para dentro das escolas ações de saúde no combate e prevenção a problemas que interferem no aprendizado do aluno, como tratamento bucal, de audição e visão, além do enfrentamento às drogas”, declarou a subsecretária de Políticas para Crianças e Adolescentes, Adriana Faria.

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