Kelly Bolsonaro, do Patriota, toma posse como deputada distrital

Deputada diz que seu objetivo é "mudar Brasília e o País".

A deputada distrital Kelly Bolsonaro (Patriota) foi empossada na tarde desta sexta-feira (24) na vaga deixada por Daniel Donizet (PSDB), que se licenciou para ocupar o cargo de administrador regional do Gama. O ato solene, realizado no Gabinete da Presidência da Câmara Legislativa do DF, foi conduzido pelo deputado Delmasso (PRB), que está no exercício da presidência. Ela foi convocada por ocupar a primeira suplência do PRP, partido pelo qual foi eleita com 5.412 votos, que se fundiu ao Patriota, sigla da nova parlamentar.

A deputada assinou o termo de posse às 17h52 e, após apor a firma no documento, brincou, afirmando que a caneta poderia ter sido "uma BIC", lembrando que o presidente da república de quem adotou o sobrenome, também usou uma caneta popular quando tomou posse em janeiro passado. O nome completo da deputada é Kelly Cristina Pereira dos Santos.

Já empossada, ela agradeceu "aos que confiaram e que seguem acreditando". Destacou que chegar à CLDF "é o resultado de uma luta de anos". Também disse esperar que os eleitores "cobrem" do seu mandato e dos demais distritais. Afirmou que continuará, "aqui dentro, o combate que travava nas ruas, agora, com mais responsabilidade". O objetivo, segundo Kelly Bolsonaro, "é mudar Brasília e o País".

O deputado Delmasso declarou-se "particularmente feliz" com a posse da parlamentar, que "vem para reforçar a bancada feminina da Câmara Legislativa". Na opinião dele, todo deputado tem um sonho: "Tornar Brasília uma referência, pois esta é a capital de todos os brasileiros". Sobre a "nova política", ele considera que, de fato, ocorre quando "defendemos no plenário aquilo que já defendemos nas ruas". Delmasso alertou que Kelly Bolsonaro encontrará "divergências de ideias", mas aconselhou-a a não abrir mão de princípios e valores. Colocou ainda a Mesa Diretora da Casa à disposição da parlamentar.

Ela também recebeu as boas-vindas do deputado Reginaldo Sardinha (Avante), presidente da Comissão de Constituição e Justiça (CCJ), colegiado que a distrital deverá integrar na vaga deixada por Donizet.

Marco Túlio Alencar
Fotos: Carlos Gandra/CLDF
Núcleo de Jornalismo - Câmara Legislativa

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