Africanos da Guiné-Bissau promovem aula de inglês para comunidade do Sol Nascente

Cinco africanos estão à frente da Associação do Bem Estar de Menores Africanos

Eles são de Guiné Bissau, país que é apenas o 177º colocado no índice de desenvolvimento humano, e colocaram em prática um projeto social na comunidade do Sol Nascente, na Ceilândia, uma das mais carentes de assistência no Distrito Federal. Cinco africanos estão à frente da Associação do Bem Estar de Menores Africanos (ABEMA). 

A entidade tem por missão garantir a preservação de direitos das crianças africanas e combater a vulnerabilidade social que envolve este público no país africano e no Distrito Federal. A associação foi idealizada em 2011 na Guiné-Bissau e está presente no Brasil desde 2014. Entre as ações realizadas, o projeto atuou inicialmente pela construção de uma escola que tem capacidade de atender mais de 300 pessoas na comunidade de Ponta Gardete, naquele país africano.

O coordenador geral e fundador da ação Jonatas José de Pina destaca que a relação entre os dois países foi um importante fator para a internacionalização da organização. “O Brasil abriu 15 embaixadas no continente desde 2003, o que dobrou a participação na região. Na Guiné-Bissau, uma das nações mais pobres do mundo, a embaixada brasileira é responsável por 23 programas de ajuda à população local. Esse auxílio que vai de treinamentos técnicos até o ensino de pós-graduação.”

O idealizador explica que devido a atuar nos dois países, a unidade brasileira da associação fica encarregada pelo fortalecimento do projeto por meio de colaborações. “Atualmente, a operação está pautada na mobilização de parceiros institucionais, voluntários, recursos materiais e financeiros”. Além disso, ele conta que um programa educacional é realizado para atender principalmente o público infantojuvenil. “O Bem Estar dos Menores Brasileiros (BEMBRASIL) é um projeto que visa sanar um problema contemporâneo da sociedade brasileira e envolve ativamente as crianças e adolescentes como vítimas, oferecendo cursos de idiomas gratuitamente na modalidade presencial.”

Por João Paulo de Brito
Jornal de Brasília/Agência UniCEUB

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